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Do tempo do “fio do bigode” até a “confiança eletrônica”.

A palavra “crédito” tem sua raiz do Latin creditum que significa “acreditar”, “confiar”, “sentir segurança”. A utilização desta “confiança” entre as duas partes da transação comercial é tão antiga quanto o próprio comércio.

Nos tempos de nossos pais, ou avós, se ouvia sobre efetuar compras e vendas a prazo, por exemplo, na confiança das duas partes envolvidas no negócio.

Obter crédito era algo que dependia de sua função no mercado local, família a que pertencia, histórico de boa conduta perante a sociedade entre outros fatores pessoais e variáveis com a formação e informação que o comerciante tinha do comprador.

Com o passar do tempo a obtenção de crédito em uma transação mercantil se tornou um temor por parte de algumas empresas. “Acreditar”, “confiar” ou “sentir segurança” atualmente tem se tornado um difícil papel para os empreendedores que estão preocupados com a saúde financeira de suas empresas.

Alguns pensadores da arte da venda acreditam que uma cobrança é o resultado, muitas das vezes, de um crédito mal efetuado. A segurança vem do preceito de sentir-se bem em uma relação comercial com uma pessoa que não se conhece.

A boa notícia é que esta segurança pode ser adquirida através de uma metodologia técnica. Enquanto nos primórdios do comércio os empresários viviam com a confiança visual, hoje contamos com a confiança tecnológica.

Os métodos de análise de crédito são necessários para que a venda seja realizada de forma mais tranqüila para ambas as partes. Cada ramo de atividade elege as melhores formas de se analisar este crédito, mas um procedimento é importante: traçar o histórico deste comprador.

Para isso as entidades SPC e Serasa são fortes aliadas. Em Cacoal as empresas podem contar com a parceria da CDL - Câmara de Dirigentes Lojistas para auxiliá-los neste ponto importante da venda: o de "confiar". Lógico que isso não é uma forma de amedrontar os clientes de uma empresa. Pelo contrário! Trata-se de preservá-los e mostrar a seriedade da empresa que lhe fornece o crédito. Em tempos onde a “confiança” é um tesouro, ter crédito na praça é sinal de que o cidadão tem suas responsabilidades além de manter um bom relacionamento com seus credores.

 

 

Assessoria de Comunicação CDL

Jornalista: Marcelo Nery / DRT: 1081/RO