Notícias

Procon alerta empresas sobre golpe da lista telefônica online em Rondônia

Técnicos do Procon Rondônia têm registrado diversas reclamações de empresas que estão recebendo supostas ofertas de contrato para prestação de serviços de divulgação de empresa pelo método de telelista. O coordenador estadual do Procon, Rui Costa, orienta os proprietários de empresa ou gerentes responsáveis  que não celebrem compromissos com essas empresas. Em caso de dúvida, procurem orientação no órgão de defesa do consumidor ou por seus contadores. Não retornem o fax onde pedem para assinar contratos e nem façam o pagamento, pois a princípio os serviços oferecidos são gratuitos, porém, ao enviar o contrato assinado,  é gerada cobrança de valor exorbitante. As principais queixas são: serviços não solicitados, publicidade enganosa, cancelamento de contratos e cobranças indevidas.

 

O golpe é utilizado por pessoas e até supostas empresas que agem de má-fé com os consumidores/fornecedores, ofertando contrato de prestação de serviço gratuito. O Procon orienta os consumidores para não assinarem contrato ou aceitar, por telefone, qualquer veiculação em lista telefônica.

“Os golpistas telefonam, pedem os dados cadastrais da pessoa física ou jurídica, solicitam que confirmem por fax e assinem a informação, alegando que não haverá ônus para a empresa, visto ser apenas uma confirmação de cadastro, mas, na realidade, sem saber, a vítima assina uma autorização de débito. Dias depois enviam uma cobrança através de boleto bancário, e quando a pessoa liga desconfiada para tal empresa, descobre que é uma empresa fantasma, ou seja, é um golpe”.

 

Em alguns boletos, na tentativa de confundir os clientes, os autores do golpe colocam nome fantasia similar aos de empresas responsáveis por listas telefônicas de credibilidade no mercado. Nem mesmo os dados cadastrais são verdadeiros. “O golpe da lista telefônica, além de infração à legislação consumerista, também é considerado crime de estelionato, por isso, aconselhamos as pessoas a procurarem o Procon e a denunciarem o caso também na delegacia de polícia”, disse Rui Costa.