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Consumo: mulheres buscam mais conveniência e praticidade no dia a dia

 

O comportamento de compra das mulheres tem chamado a atenção, pois, nos últimos anos, elas buscam conveniência e praticidade no dia a dia, com a utilização de produtos industrializados.

De acordo com o estudo realizado pelo instituto CPM Research e encomendado pela QG Propaganda e Firmenich, nas cidades de São Paulo e Recife, houve um aumento no consumo de produtos industrializados. Como o tempo é um recurso cada vez mais escasso, 64% das mulheres responderam que, no futuro, os alimentos industrializados serão mais práticos e rápidos, enquanto 24% acreditam que futuramente eles serão mais naturais e com menos química.

Comportamento

Segundo o levantamento, as mulheres não possuem um grupo homogêneo, estando divididas em quatro subgrupos: segura ponderada, insegura contraditória, satisfeita atualizada e insatisfeita carente.

As mulheres que fazem parte do grupo “segura ponderada”, são em sua maioria, pertencentes às classes B2 e C1, e tem entre 35 e 50 anos. Essas mulheres possuem filhos e residem em São Paulo.

Este subgrupo é formado por mulheres de ego bem resolvido, que não buscam mais um ideal e que aceitam opiniões alheias. Além disso, elas representam a família aberta a inovações e utilizam bastante produtos industrializados.

No subgrupo “insegura contraditória”, a formação é de mulheres das classes C e D, com idade entre 20 e 34 anos, sem filhos e que residem em Recife. Essas mulheres são menos individualistas e apegadas emocionalmente as suas famílias e não apreciam ficar sozinhas.

De modo geral, essas mulheres representam a família que precisa ser apoiada e ainda necessita do básico.

O subgrupo “satisfeita atualizada” é formado por mulheres das classes B2 e C1, com idade entre 20 e 34 anos, com um filho. Além disso, essas mulheres possuem nível médio e superior, trabalham fora de casa e residem em São Paulo e Recife.

Esse subgrupo é formado por mulheres que se preocupam com alimentação saudável e estão abertas à inovações, além de utilizarem bastante os produtos industrializados e de se mostrarem satisfeitas com o que o mercado oferece.

O último subgrupo, chamado de “insatisfeita carente”, é o das mulheres das classes B2 e C2, de todas as idades, com filhos, e Ensino Fundamental e Médio. Essas mulheres não trabalham e residem em São Paulo e Recife.

As mulheres deste subgrupo são críticas aos produtos oferecidos no mercado, buscam o ideal e não costumam aceitar opiniões alheias. Além disso, representam a família que precisa ser atendida e que está em processo de inserção na classe emergente.